quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009


Gracias, Leí, Augusto, seu Pedro e Helinho!





Para encerrar a viagem, a tão aguardada abertura do forno!









Algumas das peças expostas



No  Restaurante Quebra-Cangalha

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! Só alegria!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009


Meio-dia, após 42 horas de queima ...tempo de descansar e deixar o forno esfriar 5 dias



conferindo os cones


Na  madrugada...já na quarta câmara
Leí, tarde da noite, na primeira câmara, após as iniciais 24 horas na fornalha


Augusto dando início à queima


Ufa! Pausa para o café das cinco, que vai começar o fogo...




Penúltima câmara cheia, as demais sendo fechadas e barreadas.
Cada dia mais perto da queima de esmalte!


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009



Assim como os vestidos!

A sandália na mão dele é cerâmica, sim.


E pra completar o percurso, vernissage do Luciano, a minha esquerda, no Restaurante Quebra-Cangalha. 


Olha ele aí colocando meus cactus na câmara!

 Como ser convidada pelo Luciano Escultor a participar , junto com outros artistas da cidade, da monoqueima no forno noborigama do Alberto Cidraes...chiq, bem!


Enquanto segue o trabalho de esmaltação e montagem das câmaras para queima no atelier do Augusto e do Leí, outras coisas acontecem na cidade!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

E estes baldes são uma parte dos esmaltes em uso...

 Agora, todas ganham banhos, que se abrirão em cores no calor do forno.

Câmaras abertas e peças biscoitadas por todo o lado. Próxima etapa, esmaltação.

Pós queima, alguns biscoitos meus.


 Enquanto outras aguardam seu momento...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009


Agora, é a montagem do forno pro biscoito. Que o Augusto faz com toda a paciência e percepção de espaço. E vai demorar alguns dias pra estar tudo colocado. São cinco câmaras!


Tem início o processo da tão esperada queima!
Abrir a lenha, que serão usadas para alimentar as câmaras.

sábado, 24 de janeiro de 2009


E esta terminei ontem, aquelas ao fundo, também.



Esta, na semana passada


Enquanto isto, vou fazendo minhas pecinhas...
Esta, nos primeiros dias



Olha só como já está...e ainda tem uma semana para começarem a montar o forno, pro biscoito. Minha expectativa só aumenta!

Quando cheguei no Atelier, dia 7/01, achei curioso guardarem peças pra secar numa prateleira sob o telhado...havia muito espaço por todo lado, apesar de já estarem produzindo, e muito, para a queima de fevereiro.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Assim fica difícil escolher a quem observar...e o Leí está bem no canto à direita.

Compara o tamanho das duas peças....

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Eu só queria tomar um chá...estas coisas acontecem aqui, no atelier do Augusto e do Leí


O que você vê? No que você pensa quando olha para ela? Esta cor lhe sugere algo? E o que diz a você esta caneca?
Pois eu a ouvi.
E posso contar: falou de um tempo em que era argila, encroada no chão com plantas, pedriscos e tudo o mais. Que foi tirada de lá a trabalho de enxada, trazida para o barracão, espalhada ao sol e quando seca, batida. Batida até todos os grumos se soltarem.
Então se viu peneirada até ficar separado todo o pedrisco, e mergulhada na água, virou lama. Depositada no tanque, lá ficou por semana ou mais, uma lama muito fina.
Contou que depois experimentou a vida numa máquina de rodar, rodar, sendo misturada a uma outra argila, esta em pó, e acabou como uma pasta macia e cheia de ar. Agora, massa cerâmica, foi amontoada sobre telhas, cerâmicas, transferindo dia a dia sua umidade para elas.
Quando estava no ponto, isto é, macia e úmida, mas firme, veio a maromba, para ser conformada a um tubo e de lá sair para um saco plástico grosso, bem fechado. Todos os sacos de mesmo tamanho. Melhor maturada ficaria se a deixassem quieta por no mínimo dois meses.
Quando a vi por primeira vez, a caneca, já entedia que fora torneada, ofício de gente que se amansa ao sentar ao torno, porque se não sossegar a alma, a mão não fica leve e o braço, firme. E a massa cerâmica é mui sensível, corresponde ao menor gesto ...e lá se foi ao prato do torno a peça que subia!
Eu já sabia também do tempo de secar naturalmente, ser queimada em baixa temperatura, virar biscoito, e depois, a cor. Aqui, cor aberta à fogo, em alta temperatura, no noborigama. A alquimia do barro, da água e do fogo, pela mão do artista.
Mas como eu contava, do trabalho do torno eu estou experimentando as emoções e decepções de aprendiz, mas do tempo e trabalho do preparo da massa cerâmica, não.
A caneca me contou.
Tem história, essa moça!
Ao saborear seu chá, escute-a...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009



Tá, mas também saem peças retinhas...Tô dedicada! E amando estar aqui.
Esta é uma parte da minha produção dos primeiros dias. Esclareço que a imersão que me propus foi : observar a rotina do atelier e queimas, e praticar torno com objetivo nos utilitários, bem feitos e com acabamento cuidadoso, como os que produzem neste atelier. Mas confesso que por acidentes de percurso ou impulso (que voce conhece, Rodi) não resisto a entortar as peças....será que, quando crescer, sara  ???????? rsrsrsrsrsrs.

Esta é uma vista do atelier do Leí, com parte da produção de utilitários, pois há mais, muito mais.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Estar em Cunha é mergulhar numa piscina de argila...faz bem à pele e à alma...há mais de 15 atelieres e pretendo visitar todos. Alguns queimam em baixa, outros em alta, no fundo do quintal, ou com estrutura de atelier e loja. Diferentes trabalhos, uma oportunidade muito rica de aprender, aprender, aprender.
O ateleir do Leí Galvão e Augusto Campos é o único da cidade que faz todo o processo, da extração da argila, à queima das peças. Também é o único com ceramistas do local. Os demais foram se chegando, o que acontece cada vez mais.
Devido ao fato de que vir à lan house significa subir lomba....e o sol tem sido intenso...venho dia sim, outros não; e nem sempre o blogger esta aceitando imagens...então, na medida que consiga, vou divulgando mais.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009


Como fica no alto de morros, a cidade tem paisagens mui lindas e nos proporciona verdadeiras escaladas urbanas lomba acima e ...haja freio nas canelas lomba abaixo! Gente, na primeira investida de vir do atelier para o centro , atrás de lan house, banco, essas coisas, no topo da subida, as perninhas treminham feito bambu fraquinho! Pensei que não ia conseguir caminhar mais... mas não tinha terminado ainda, depois da primeira escalada, tem uma mais suave, e então se chega na praça da igreja matriz. Quer ir na lan house? Desce!!!!!!!! Ta pensando que é mole? É só doce...
No canto à esquerda aparece um pouco do asfalto que passa em frente ao atelier do Leí e o começo da lomba. Aqui eles chamam de subida, eu diria escalada...



Então estou em Cunha! O quê um professor dedicado,um ceramista de enorme boa vontade e uma buscadora determinada mais o apoio de muitas pessoas fazem?


Isto. Estou em Cunha para uma imersão fabulosa no universo da cerâmica, num atelier que produz seu barro, torneia, cria, esmalta e queima em alta temperatura, em forno noborigama. Tudo de melhor!